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Segundo denúncia do MP-MG, a ré transou com a vítima e depois a estrangulou
Uma mulher trans foi condenada por matar uma drag queen asfixiada no bairro Carlos Prates, na região Oeste de Belo Horizonte, em 2019. A decisão foi tomada na última segunda-feira (22/6) pelo Conselho de Sentença do 3º Tribunal do Júri da Capital mineira. Após o veredito, a juíza Fabiana Cardoso Gomes Ferreira fixou a pena em 15 anos de reclusão, em regime inicialmente fechado
Segundo a denúncia do Ministério Público de Minas Gerais (MP-MG), em setembro de 2019, após transar com a vítima, a ré amarrou seus membros e a estrangulou, usando um tecido sintético em volta de seu pescoço. Em seguida, a cabeça da drag queen, que estava enrolada em um lençol, foi golpeada contra o piso.
A vítima era um homem gay, que fazia performance de drag queen, e residia sozinha em um quarto alugado.
O motivo do crime não foi esclarecido nos autos, mas, de acordo com a denúncia do MP, a ré praticou o homicídio por “prazer sádico”.
A juíza Fabiana Cardoso Gomes Ferreira considerou como agravantes para a fixação da pena o fato de a vítima não ter contribuído para a prática do delito e a reincidência da ré, que possui condenações penais transitadas em julgado anteriores a esse episódio.
A ela foi negado o direito de recorrer em liberdade.
Processo: 1191063-27.2019.8.13.0024
Com informações do TJ-MG
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