Mês da advocacia

OAB-SP lança campanha para fortalecer o papel social da advocacia

Iniciativa tem como objetivo ampliar a compreensão da sociedade sobre a função exercida pela advocacia na garantia de direitos, na solução de conflitos e no acesso à Justiça

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Foto: Divulgação

A seccional paulista da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-SP) lança em agosto, Mês da Advocacia, a campanha “Orgulho da Advocacia Paulista — sem advocacia não há justiça”. A iniciativa tem como objetivo ampliar a compreensão da sociedade sobre a função exercida pela advocacia na garantia de direitos, na solução de conflitos e no acesso à Justiça.

O movimento reforça o orgulho, o pertencimento e a mobilização dos mais de 400 mil advogados em torno das principais pautas institucionais da Ordem. Inspirada em campanhas históricas lançadas em 94 anos de OAB-SP e adaptada aos desafios atuais, a iniciativa contará com identidade visual própria e será disseminada por todo o estado de São Paulo por meio de adesivos, peças para redes sociais e outras ações de comunicação.

Ao reconhecer e valorizar o papel essencial da advocacia para a sociedade, a campanha também pretende ampliar o engajamento da categoria nas principais pautas institucionais da OAB-SP e mobilizar os profissionais em defesa de uma Justiça mais eficiente, acessível e comprometida com a cidadania.

Valorização da advocacia

Para o presidente da OAB-SP, Leonardo Sica, a valorização da advocacia é o primeiro passo para fortalecer a capacidade de mobilização da categoria em defesa de mudanças estruturais no sistema de Justiça. “Toda mobilização precisa de uma bandeira. Queremos reunir a advocacia paulista em torno do orgulho da profissão, fortalecendo a autoestima, a confiança e o sentimento de pertencimento dos advogados e advogadas. Uma advocacia unida tem mais força para defender suas prerrogativas e contribuir para a construção de um Judiciário mais eficiente e mais próximo da sociedade”, afirmou.

A campanha integra a estratégia institucional da OAB-SP de ampliar o diálogo com a categoria e impulsionar uma agenda permanente de aperfeiçoamento da prestação jurisdicional. A proposta é transformar o sentimento de pertencimento da advocacia em força coletiva capaz de contribuir para a melhoria dos serviços prestados à população e para a reforma do Judiciário.

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