Sustentabilidade

Gestão adequada de resíduos no Judiciário fortalece reciclagem e gera renda para catadores

CNJ promove entre os dias 8 e 12 de junho a segunda edição da Semana da Pauta Verde

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Foto: Divulgação/CNJ

O descarte correto de resíduos é uma das maneiras de preservar o meio ambiente, reduzir os impactos do consumo e ampliar o aproveitamento de materiais recicláveis. No Poder Judiciário, ações alinhadas à Política de Sustentabilidade do Poder Judiciário, instituída pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), contribuem para garantir a qualidade dos resíduos destinados à reciclagem, beneficiando também associações e cooperativas de catadores.

CNJ promove entre os dias 8 e 12 de junho a segunda edição da Semana da Pauta Verde, que vai impulsionar a tramitação de processos estruturais ambientais, especialmente aqueles que envolvem maior complexidade e impacto coletivo.

A partir da recomendação do CNJ de que as cooperativas e associações de catadores de materiais recicláveis sejam remunerados pelos serviços de coleta e destinação dos resíduos sólidos, o Judiciário passou a reforçar suas campanhas sobre descarte e coleta seletiva.

De acordo com a coordenadora de Apoio à Governança de Sustentabilidade do CNJ Renata Maroja Stochiero, quando há cuidado na separação e no descarte, os resíduos são preservados, o que aumenta seu valor e potencial de reaproveitamento. “Tudo isso afeta diretamente a renda dos catadores, fortalecendo a inclusão social e melhorando suas condições de vida”, destacou.

Para Renata Maroja, a gestão de resíduos sólidos exige abordagem estrutural e interinstitucional. No CNJ, a partir do recolhimento realizado nas unidades e áreas comuns, os resíduos são acondicionados em contêineres separados para resíduos recicláveis e orgânicos.

Mesmo com a redução do número de processos físicos, há diversos outros tipos de materiais recicláveis, além do papel. Os mais comuns são papel e papelão, plásticos de diferentes tipos, isopor, metais, vidros e resíduos eletrônicos. “Para o descarte adequado desses materiais, é necessário que sejam mantidos, tanto quanto possível, livres de contaminação por água e sujeira, a fim de viabilizar efetivamente o processo de reciclagem nos centros de triagem das cooperativas cadastradas”, explicou a coordenadora.

No CNJ e nos tribunais, ações permanentes de sensibilização e capacitação orientam magistrados, servidores, colaboradores e equipes de limpeza sobre a correta segregação dos resíduos. Com informações do CNJ.