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Medidas judiciais
A Advocacia-Geral da União (AGU) assinou, na última quarta-feira (27/5), portaria conjunta com a Secretaria do Patrimônio da União (SPU) para estabelecer fluxo especial de subsídios técnicos em casos considerados prioritários.
O acordo vai otimizar a comunicação nos casos em que a SPU constatar atos ilícitos relacionados à proteção ambiental e ao uso de imóveis da União que demandem a adoção de medidas judiciais pela AGU.
O fluxo especial se aplica a casos que exijam judicialização em três cenários distintos: contra ações ou omissões que violem o uso e gozo adequado de bem imóvel da União; para garantir a adequada disposição, proteção, manutenção e conservação de bem imóvel da União; e para enfrentar o comprometimento da integridade ambiental de áreas públicas.
A SPU deve encaminhar os subsídios à AGU em até 30 dias após o encerramento da fase administrativa, ou seja, quando estiver esgotado o prazo para apresentação de defesa pelo autuado no procedimento fiscalizatório. A manifestação técnica deve conter, entre outros elementos, uma descrição detalhada da infração, a identificação dos responsáveis e elementos probatórios. Depois de receber os subsídios, a unidade da AGU deverá definir, em até 30 dias, se serão adotadas medidas judiciais ou solicitadas novas informações.
Com informações da AGU
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