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Extensão própria cria um ambiente mais seguro para clientes, que passam a reconhecer com facilidade os endereços oficiais da marca, explica advogado
Empresas interessadas em reforçar a presença digital terão uma nova chance de criar uma extensão própria na internet. A partir de 30 de abril, a Internet Corporation for Assigned Names and Numbers (Icann), entidade que coordena o sistema global de domínios, abrirá uma nova rodada para pedidos inéditos, algo que não ocorre desde 2012.
Na prática, as companhias poderão solicitar extensões exclusivas, nos moldes de casos como .amazon, .bmw e .bradesco, por exemplo. O custo, porém, é elevado. A taxa inicial para participar do processo é de US$ 227 mil, cerca de R$ 1,2 milhão, de acordo com a cotação desta terça-feira (28/4), além da necessidade de comprovar capacidade técnica, jurídica e financeira para operar a nova extensão.
Nesse modelo, conhecido como domínio “.marca”, a extensão costuma ser utilizada exclusivamente pela empresa titular, sem possibilidade de registro por terceiros.
De acordo com o advogado Rodrigo Azevedo, coordenador da área de Propriedade Intelectual e Direito Digital do escritório Silveiro Advogados, uma extensão própria permite que a empresa tenha controle total sobre sua presença online. “Além de facilitar a organização de serviços e plataformas digitais, também cria um ambiente mais seguro para clientes, que passam a reconhecer com facilidade os endereços oficiais da marca”, afirma.
Na rodada anterior, há 14 anos, o escritório liderou na América Latina a estruturação de candidaturas desse tipo, representando três empresas (Itaú, Ipiranga e Telefônica) das sete marcas brasileiras que apresentaram candidaturas aprovadas perante a Icann.
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